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quarta-feira, 29 de abril de 2015



Se aprovado o reajuste, a passagem cheia passará a custar R$ 3,10 e o passe estudantil R$1,03.

Será votado nesta terça-feira (05/05), no Conselho Municipal de Transporte (CMT) o aumento da tarifa do transporte público em Santarém. Em reunião realizada no dia 28/04, foi apresentada ao plenário do Conselho uma proposta absurda de mais de 61% de reajuste no valor da tarifa. Dos atuais R$ 1,90, a tarifa cheia passaria a custar R$ 3,10, e dos R$0,65 do passe estudantil, de acordo com a proposta, passaria a R$1,03.

A União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém (UES), enquanto representação dos estudantes no referido conselho, repudia este ataque aos direitos dos estudantes e trabalhadores. Não vamos permitir nenhum aumento!

Por isso, convocamos a categoria estudantil e trabalhadores a participar do Ato Contra o Aumento da tarifa do transporte público em Santarém. A concentração será na Av. Tapajós, próximo ao Museu João Fona, em frente CIAM, no dia 05 de maio às 15h.

Vamos pressionar os conselheiros governistas e os empresários a recuarem na proposta do reajuste. Vamos Juntos!

#EsseAumentoNãoPassará!
#NãoPagaremosEssaConta!


sábado, 4 de junho de 2011

Estudantes e movimentos sociais realizaram na manhã desta sexta feira (03/06) mais uma manifestação contra o aumento da passagem de ônibus em Santarém/PA. Desde quarta-feira, 1º, a tarifa custa R$ 1,90 - um preço considerado abusivo frente à qualidade do serviço ofertado à população.
No começo da manhã, um grupo de manifestantes fez uma panfletagem nas ruas do centro da cidade, denunciando o aumento no preço da passagem e a péssima situação do serviço de transporte coletivo no município. Após dialogarem com a população, os manifestantes se dirigiram à Prefeitura Municipal de Santarém, onde realizaram um ato de protesto criticando o reajuste.
Em frente à Prefeitura, os estudantes gritavam palavras de ordem como: “mãos ao alto, esse aumento é um assalto!”. O objetivo da manifestação era, além de chamar a atenção da sociedade para o aumento da tarifa, entregar à Prefeita Maria do Carmo uma pauta de reivindicações da sociedade civil para o transporte coletivo municipal.
Dentre as reivindicações, estão a realização de uma Conferência Municipal de Transportes, a renovação da frota de ônibus, o cancelamento do reajuste tarifário e passe livre para os estudantes. Os estudantes solicitam, também, que a Prefeitura realize processo licitatório para a escolha das empresas de ônibus. "Hoje existem empresas que não têm a mínima condição de oferecer o serviço. Os ônibus estão completamente sucateados. A licitação é o instrumento adequado para selecionar as empresas que têm melhores condições de oferecer um serviço bom ou razoável à população", argumenta Ib Sales Tapajós, coordenador geral da UES.
Uma comissão de manifestantes foi recebida pelos secretários Juca Pimentel (Governo) e Sandro Lopes (Transporte), que iniciaram o diálogo em relação às pautas apresentadas. Como a Prefeita de Santarém não se encontrava no prédio da Prefeitura, os secretários agendaram uma próxima reunião para quarta-feira (dia 08) para dar prosseguimento à discussão da pauta de reivindicações.
Enquanto isso, a luta do movimento estudantil e dos movimentos sociais continua!
* Veja a repercussão do ato público em outros veículos de comunicação: Janela Amazônica e No Tapajós.
** Confira no 'Mais informações' a Carta aberta à Prefeitura de Santarém, assinada por 18 organizações da sociedade civil, dentre entidades e coletivos estudantis, sindicatos, movimentos sociais e organizações comunitárias.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Contra o aumento do preço do busão, vamos pra rua com mobilização!
A Prefeita de Santarém Maria do Carmo Martins (PT) mais uma vez ataca o bolso da população em benefício dos empresários de ônibus.
A partir desta quarta-feira (01/06/2011), o usuário do transporte coletivo terá de pagar R$ 1,90 pela passagem. Um VALOR ABUSIVO que deve ser repudiado por todos nós!
Vamos às ruas também para exigir um transporte coletivo de qualidade e PASSE LIVRE para todos os estudantes.
Data: 03/06/2011 (Sexta-feira).
Concentração às 8 horas na Praça São Sebastião.

Contatos: Ib Tapajós (UES): 9145-3010, Sérgio (FAMCOS): 9145-2068 e Renan (FDA): 9122-2068.
Veja também:

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dando continuidade ao processo de mobilização contra o reajuste da tarifa de ônibus em Santarém/PA, mais de 200 estudantes, entre universitários e secundaristas, tomaram as ruas da cidade, nesta quarta-feira (25/05), para pressionar a Prefeita Maria do Carmo Martins (PT) a não decretar nenhum aumento no transporte coletivo.
A manifestação teve início às 8 horas da manhã na Praça São Sebastião, local de concentração dos estudantes. De lá, os manifestantes caminharam pelas ruas do centro de Santarém, entoando palavras de ordem de protesto contra o governo municipal que, mais uma vez, quer aumentar a tarifa sem aumentar a qualidade do serviço.
A estudante Janaina Azevedo, integrante do grêmio do colégio estadual São Francisco, afirma que “além da luta contra o reajuste da tarifa, nós queremos gratuidade nos coletivos para todos os estudantes de Santarém. Passe livre já!”.

Após percorrer o centro da cidade, inclusive paralisando o trânsito em algumas ruas, a passeata subiu a Av. Barão do Rio Branco, parando em frente ao Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo (SETRANS), local em que o coordenador geral da UES, Ib Tapajós, disparou: “Nós sabemos que a infra-estrutura de Santarém está péssima, com as ruas cheias de buracos. Porém, os empresários de ônibus têm de pressionar a Prefeitura para melhorar a infra-estrutura urbana do município, ao invés de tentarem repassar para a população os prejuízos que sofrem. A classe trabalhadora não pode ser penalizada pela incompetência do poder público municipal”.
Saindo do SETRANS, os estudantes seguiram rumo à Prefeitura Municipal de Santarém (PMS), enfrentando inclusive a chuva que começou a cair na cidade. Chegando ao Palácio Jarbas Passarinho, sede da Prefeitura, os manifestantes ocuparam o pátio e exigiram uma audiência com a prefeita Maria do Carmo. No entanto, de acordo com informação repassada pelos funcionários da PMS, Maria se encontrava em Brasília.
Sendo assim, uma comissão de estudantes foi recebida pelo Secretário de Transportes, Sandro Lopes, e pelo Secretário de Governo, Juca Pimentel. Na reunião, as lideranças estudantis apresentaram uma pauta de reivindicações ao governo, que inclui, além, do congelamento da tarifa integral, a instituição do passe livre e a ampliação das linhas universitárias, de modo a atender devidamente os acadêmicos da UFOPA e UEPA, e a abertura de processo licitatório para selecionar as empresas que tenham melhores condições de operacionalizar o serviço.
Nenhuma posição concreta foi dada aos estudantes. Segundo Juca Pimentel, a Prefeita ainda não tomou nenhum posicionamento sobre o reajuste da tarifa. Quanto ao passe livre, o referido secretário afirmou que tal pauta deve ser encaminhada junto ao Conselho Municipal de Transportes, que é o espaço da sociedade civil para discutir e deliberar sobre políticas públicas de transporte no município.
Frente à ausência de respostas objetivas às demandas apresentadas, o movimento estudantil continuará mobilizado e promete voltar às ruas para reivindicar as pautas pendentes. “Nossa luta não se refere somente à tarifa. Queremos um transporte público de qualidade, que atenda devidamente à demanda da população santarena.” – afirma Ib Tapajós.
Diante de tudo isso, o dia 25 de maio de 2011 foi uma data especial para o conjunto dos estudantes de Santarém. Mais uma vez o movimento estudantil deu um show de democracia e de protagonismo social, demonstrando a todos que a juventude em luta é capaz de mudar os rumos da história. Até a vitória sempre!

terça-feira, 24 de maio de 2011


Venha participar do segundo ATO PÚBLICO do movimento estudantil em 2011 contra o aumento da tarifa de ônibus em Santarém!
Vamos dizer NÃO a esse ataque ao bolso da população.
Nenhum aumento na tarifa de ônibus!
PASSE LIVRE para todos os estudantes e desempregados do município!

Data: 25/05/2011 (Quarta-feira).
Concentração às 8 horas na Praça São Sebastião.
Para mais informações: (93) 3063-4183


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sábado, 21 de maio de 2011

Na última sexta-feira, dia 20/05/2011, o movimento estudantil santareno voltou às ruas para protestar contra o aumento no preço da passagem de ônibus em Santarém. Mais de 100 estudantes, universitários e secundaristas, atenderam ao chamado da UES e, no horário de 18h, pararam o trânsito da Av. Rui Barbosa, a rua mais movimentada da cidade, dando um recado à Prefeitura de Santarém: não aceitarão nenhum aumento no preço do transporte coletivo!
A convocação para a manifestação se deu logo após o Conselho Municipal de Transporte (CMT) aprovar um novo valor para a tarifa dos coletivos: R$ 1,95; o valor da meia-estudantil foi mantido em R$ 0,65 pelos conselheiros. Tais decisões serão submetidas à apreciação da prefeita Maria do Carmo, que poderá inclusive modificar os valores indicados pelo Conselho.
Ainda que o valor da meia-estudantil seja mantido, o movimento estudantil se posiciona categoricamente contrário ao reajuste da tarifa integral. “Somos solidários aos trabalhadores de Santarém, que ganham um salário mínimo por mês (ou menos) e, portanto, terão sua renda familiar prejudicada se o aumento realmente se concretizar” - afirma Sheila Braga, diretora da União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém.
Ademais, para a diretoria da UES, o congelamento da meia-passagem dos estudantes é um avanço importante, porém limitado. “Nossa luta vai além disso. Queremos passe livre para todos os estudantes de Santarém, como forma de garantir o amplo direito de ir e vir àqueles que precisam do transporte coletivo para se deslocar às suas escolas/universidades, bem como para eventos de esporte, cultura ou lazer” - defende o coordenador geral da UES, Ib Tapajós, que também denunciou a péssima qualidade do serviço prestado à população - ônibus velhos e lotados, frota insuficiente e linhas mal-planejadas, etc.
Nesse clima de reivindicação, os estudantes tomaram as ruas do centro de Santarém e fecharam por cerca de 30 minutos a Av. Rui Barbosa, chamando a atenção da população santarena para o aumento da tarifa, que significa um forte ataque ao bolso da classe trabalhadora.
Ao final do ato, ocorreu uma plenária estudantil, em que foram escolhidos representantes das escolas (São Francisco, Frei Ambrósio, Álvaro Adolfo, Madre Imaculada, Rodrigues) para organizarem, juntamente com a diretoria da UES, a próxima manifestação de rua contra o aumento, que se dará na quarta-feira, 25/05.
A batalha contra mais esse aumento da passagem está apenas começando. “Estudante na rua, a luta continua!”

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Em dezessete grandes cidades do país as prefeituras decretaram aumentos superiores a 10% no preço das passagens de ônibus. Outras tantas municipalidades anunciaram aumentos para os próximos dias. Isto representa pesado ônus para a população pobre, pois o transporte constitui um dos maiores itens do orçamento dessa categoria de pessoas.
Enquanto isso, o governo federal recusa-se a aumentar o salário mínimo a mais de 5%, quando se sabe que a inflação não é a mesma para todas as categorias de pessoas. Um aumento de 10% na passagem de ônibus não afeta os que utilizam automóvel, mas atinge duramente as pessoas mais pobres.
Portanto, o descompasso evidente entre o ajuste do preço das passagens e o ajuste do salário mínimo explica a onda de protestos, marchas e ocupações de prédios, organizada especialmente pela juventude. É preciso apoiar essas iniciativas, porque, se o povo não se defende, maior será o grau da exploração que sofre.
As prefeituras alegam a necessidade de conceder os aumentos, a fim de assegurar a qualidade dos serviços – argumento falho, pois todos conhecemos a péssima qualidade do transporte urbano.
Evidentemente, se se provar que o aumento de cerca de 10% é indispensável para evitar um colapso no serviço, não há como negá-lo. Mas, em tal caso, um governo sensível às necessidades da população pobre terá a obrigação de conceder aumento do salário mínimo igual ao do aumento do transporte. Fora daí, essa população terá de sacrificar outros gastos indispensáveis ao seu padrão de vida – que já é tão baixo – para poder pagar o transporte de casa ao trabalho e do trabalho para casa.
Tudo isto faz parte do drama, ou da tragédia, da desigualdade social. Todos são iguais, proclama a lei burguesa. Todos podem freqüentar os parques públicos, todos podem ir ao cinema, todos podem comer em restaurantes, mas de que vale essa igualdade se o pobre não tem dinheiro sequer para pagar a passagem do ônibus?

Editorial do jornal eletrônico CORREIO DA CIDADANIA publicado em 04 de fevereiro de 2011.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Os reajustes das tarifas de ônibus realizados em inúmeras cidades brasileiras têm gerado protestos em todo o Brasil. Nas últimas semanas, estudantes e militantes de organizações políticas e sociais de mais de vinte municípios saíram às ruas em protesto contra as Prefeituras que decretaram os aumentos de passagem.


Em São Paulo, a manifestação da última quinta-feira (03/02/2011) foi uma das maiores já realizadas na cidade. De acordo com Lucas Monteiro, militante do Movimento Passe Livre de São Paulo (MPL-SP), que organizou a ação, cerca de 4.500 pessoas participaram da passeata que começou no Teatro Municipal, percorreu as avenidas Ipiranga e São João e culminou na Câmara dos Vereadores.
O preço da passagem de ônibus na capital paulista teve um reajuste de 11% no dia 5 de janeiro deste ano, passando de R$ 2,70 para R$ 3,00. Com esse novo valor, São Paulo é hoje uma das cidades com o transporte coletivo mais caro do país. Por conta disso, já ocorreram três grandes mobilizações de rua contra o prefeito Kassab (DEM).


Em Salvador (BA), a tarifa de ônibus passou de R$ 2,30 para R$ 2,50. Em protesto, estudantes queimaram um boneco que representava o prefeito João Henrique, tido pelos manifestantes como "o pior prefeito do Brasil". Além do cancelamento do reajuste, os estudantes de Salvador pedem o congelamento da passagem por dois anos; reativação do Conselho Municipal do Transporte; e melhorias efetivas na prestação do serviço.



Em Belém/PA, o reajuste no preço das passagens de ônibus ainda não foi oficializado pelo prefeito Duciomar Costa (PTB), mas as manifestações contrárias ao aumento estão se intensificando. Ontem (03/02/2011), um grupo de estudantes universitários e secundaristas participou de uma passeata até o prédio da Prefeitura Municipal de Belém para exibir a insatisfação com a proposta do Sindicato das Empresas de Transporte de Belém (Setrans-Bel), de que a tarifa urbana suba para R$ 2,15.
O deputado estadual Edmilson Rodrigues (PSOL) participou da manifestação.  Em sua fala, o deputado relembrou a luta histórica dos estudantes para a conquista da meia-passagem. "Os estudantes que aqui estão são herdeiros de um direito conquistado com a luta de milhares que foram às ruas. Por essa razão é que afirmo que só com mobilização e luta é que será possível barrar esse aumento", disse Edmilson.
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Para Daniel Guimarães Tertschitsch, militante do Movimento Passe Livre (MPL), “essas mobilizações, que nascem inicialmente contra aumentos nas tarifas de ônibus, abrem perspectivas para além desses valores percentuais dos aumentos”. Tertschitsch afirma que elas servem de ponto de partida para o aprofundamento da nossa compreensão sobre a verdadeira exclusão social que resulta do sistema de transporte coletivo que temos hoje.

Uma pesquisa recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que aproximadamente 30% dos brasileiros têm deixado de utlilizar o transporte público para se locomover por causa do alto custo. Na região Norte a desistência da viagem por falta de dinheiro chegou a 48,12% dos entrevistados. No Sudeste, o índice de usuários é de 28,57%. Na região Nordeste o motivo é apontado por 29,64%, no Centro-Oeste por 23,62% e entre os sulistas, 18,95%.
Dessa forma, a luta contra os aumentos tarifários não é uma bandeira apenas do movimento estudantil. Trata-se de um problema de classe, dos trabalhadores e trabalhadoras, excluídos e excluídas de todo o Brasil. O passe-livre, portanto, deve ser colocado na ordem do dia pela juventude e pela classe trabalhadora do nosso país, de modo que seja garantido efetivamente um direito básico e fundamental previsto na Constituição Federal de 1988: o direito de ir e vir.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Estudantes e trabalhadores de Santarém fiquem atentos: há sinais de um novo aumento do preço da passagem de ônibus no Município de Santarém. Motivo? O Sindicato dos Condutores de Veículos Rodoviários anunciou uma greve para a próxima segunda-feira (dia 10 de maio).
O Sindicato dos Rodoviários não chegou a um acordo com o Sindicatos dos Empresários (SETRANS) quanto ao reajuste salarial deste ano: a proposta máxima dos empresários foi de 5%, enquanto os trabalhadores exigem no mínimo 12%. Dessa forma, os rodoviários de Santarém decidiram em Assembléia realizada no dia 04/05 paralizar suas atividades a partir da zero hora do dia 10 de maio de 2010.
De acordo com Paulo Sérgio Alves, presidente do Sindicato dos Rodoviários de Santarém, a paralização não será total, sendo que 30% da frota de ônibus continuará funcionando durante a greve. Hoje, o salário bruto de um motorista de ônibus está em torno de R$ 1.033,00 e o de cobrador é de R$ 550,00.
A história do transporte público em Santarém nos mostra que, sempre após as mobilizações dos trabalhadores em prol de melhorias salariais, o Sindicato dos Empresários de Ônibus leva ao poder público municipal uma proposta de aumento da tarifa dos coletivos.
Embora a relação entre patrões e empregados não tenha nada a ver com a população, os aumentos dos salários são sempre usados como justificativa para encarecer ainda mais o valor pago pelo cidadão para ter acesso ao serviço público do transporte coletivo -que, convenhamos, não está lá essas maravilhas..
Portanto, é necessário que estejamos atentos e preparados para reagir a mais uma tentativa de assalto ao bolso da população santarena. A UES estará vigilante, de modo a cumprir com seu compromisso histórico de defender todos os usuários de ônibus, trabalhadores e estudantes desta cidade.
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